sábado, 20 de março de 2010

Outra parte de mim, conta a minha história


Carolina nunca teve o que sua mãe sempre pedia desde pequena. Ela nem sabia ao certo que "ela(paciência)" existia. Passou, e vem passando a cada dia por transformações, e sensações, de completo exercício da mesma. Quando esteve no olho no furacão, sentiu que estava sendo testada, e que se algo pedia mudança em si mesma, deveria aceitar! e de fato, aceitou, pois, como não conhecia o que era ser diferente, precisava disso tudo para amadurecer.
Agora, Carolina estava questionando: e depois disso? o que é que vem!?

Ela repete diariamente milhões de vezes que Deus vai vencê-la pelo cansaço. Não que esteja de mal dele, mas espera de Deus o consolo, que a coloque pra frente. Carolina compreende que está mudada, e de fato está. Aprendeu com os inúmeros erros, e agora quer mesmo é que Essa imensa “travessia no deserto” passe.

A menina ás vzs se sente cansada, a mulher ás vzs se sente derrotada. È no amor, é na profissão, é no dia a dia. Carolina anda anestesiada; quando algumas coisas acontecem. ela fica só parada observando, em silêncio, em solidão... e aguardando, aguardando, aguardando... Quando é que vem aquele momento em que a garota poderá colocar em prática o que aprendeu nos últimos tempos?

Não sabemos Carolina, não sabemos.

E até mesmo todas aquelas coisas que pedem urgência, estão criando mofo na pasta de arquivos: paciência. às vezes ela quer desistir, outras horas ela diz querer escrever um livro de auto-ajuda, mas, pare e reflita: como pode ajudar alguém menina Carolina? Se és tão confusa...
Por hora, ela vai continuar esperando; reclamando do marasmo, clamando pela próxima fase, para vencer o chefão e pegar mais algumas doses de “vida” e quem sabe moedinhas da sorte!

Carolina é sedenta por vida, por respiração ofegante,
por idas e vindas, por roda gigante.
Carolina é cores fortes, palavras densas e doces,
amores e desamores. è a constante transformação!

Carolina, definitivamente; é Fé!

Mais um pouco só, daquilo que já tens menina;
só mais uma dose misturada á Esperança.
O melhor deve estar por vir.


sábado, 13 de março de 2010

Das Marcas em nós

Nos últimos dias, tenho observado quão demorado é para que as feridas interiores se curem. Ao contrário dos cortes externos á flor da pele, por dentro não sangra, não se vê nada, então pressupõe-se que deveriam doer menos e em menor tempo sararem. Errado! Sem remédios, sem paliativos, sem anestésicos ou analgésicos, sem antídotos, sem nada, seguimos a vida correndo todos os riscos prováveis de adquirir ao longo dos anos, muitas cicatrizes. Cicatrizes que a vida fez, que nós mesmos fizemos, que os outros deixaram.

Queira querer sempre que todas as feridas se fechem, porém não se acostume com elas. Não chore por elas, pela dor que elas causam, lágrimas não são pontos artificiais e elas não necessariamente precisam se tornar cicatrizes. A verdade é nua e crua!
Todo mundo carrega marcas. Ao olhar pra sua, lembrará claramente de como ela foi parar ali, seja dentro ou fora de si, e, então, orgulhe-se!

São marcas de batalhas superadas, de mágoas passadas, de histórias esquecidas...
São as provas oficiais de que ninguém melhor do que você pode dizer de boca cheia: Eu sobrevivi e continuo de pé, de queixo erguido e muito mais inteligente. Seja sua cura, seu remédio.

E compreenda de uma vez por todas: Cicatriz é cicatriz, ferida é ferida.
aceite suas cicatrizes, mas não se acostume com as feridas.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Inspiração noturna de pensamentos obscuros...

"As suposições traduzem bem, eu, a intensidade nua e crua; e vc, o estrategista cauteloso e gentil"

"diga o que se passa em sua mente, e eu coleciono suas respostas. vamos brincar, e só vale a verdade, nda além disso."

ela diz: "tdo isso era pra te convencer" ele responde:" se fosse 2h atrás, diria que sim" - os relógios se desencontraram...



......e continua......

sexta-feira, 5 de março de 2010

"E, nesse mundo de estranheza total, poucos se reconhecem, e, então, poucos sobrevivem, vai de cada um. Ainda bem que não estou só. O ódio só envenena a quem sente. Não me preocupo mais, porque olho pra minha vida e pro espelho e a única coisa que consigo sentir é satisfação.
Ninguém será capaz de me desejar tanto mal e ser feliz. E eu confesso que sinto pena desse tipo de gente, o castigo é nítido, mas se fazer de cega é só mais um artifício da personagem falida de cada uma delas! que o teatro continue; é bom poder amar a sua realidade"