quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sobre Humanos?





Um dia quer se ver, no outro nem sequer ouvir. Percebe-se um enjoo coletivo nas relações, sejam elas de que tipo for; Ou melhor, as do tipo "barato", que não se estabelecem por nada e são completamente superficiais! Quero só ver quando não sobrar ninguém para contar história; ou sobrarem histórias "chinfrins" e pessoas cada vez mais vazias.
Apesar de ainda tropeçar em seres e situações assim, fica claro na minha mente que, é o mundo que vivemos, e, se eu quiser ser quem realmente sou, irei agradar muito pouco. Pois, fui feita com muito amor, sou cheia de intensidade, de verdades cruas e alma nua, de laços feitos e, quando desfeitos, com total lealdade e consideração.  
Cada encontro deve ter seu valor e deveria ser diferente. Se os encontros não estão agregando, inovando, entorpecendo... então é preferível tornar-se indisponível. Todos estão em busca de muito prazer e pouca intenção, e não medir esforços para se saciar está tornando as relações um porre. Cada dia nos tornamos mais parecidos com as mercadorias. Não agradou, troca em 30 dias e fica tudo bem. bem pra quem?
Não é o rótulo que conta (ficar, namorar, casar...etc...), é a verdade da entrega, mesmo que por 24 horas. O que vale mesmo é transparecer o que quer, ter uma sensibilidade e talvez até educação para distinguir quando deve seguir adiante ou estacionar. Esse desleixo de homens e mulheres não passam de estratégias falidas de auto-defesa, que não defende nada. Ninguém quer curtir a vida loucamente, mas, preferem acreditar nisso do que ter que se moldar e agradar uma mesma pessoa por um período, e aceitar seus próprios defeitos. Tá todo mundo mascarado. 
A verdade é que; Não avançar, é recuar.
E de gente assim, temos que querer distância. Porque nem prazer,  desejo e atração tá compensando. Se é pra ser uma mercadoria, que seja um objeto, de fabricação única, que fique guardado numa caixa e na prateleira mais alta da loja, mais distante que existe no mundo.
Quem não vê essências e não as valoriza, Definitivamente não faz o meu tipo.
E se você concorda comigo, também não irá fazer o seu. 
Portanto, Reaja!


5 comentários:

Alessandro disse...

Carol,
Sou amigo velho de sua mae e pai. Curti seu blog, do estilo as fotos e em especial a verve de seus textos, mesmo com as pitadas de ressentimentos. Como tb sou rabugento, fica o nao pra tipologia chata e ilegivel de "Sobre Humanos", nao repita. Continue, vale a pena ler.
Alê

*Carol Carolina* disse...

Alessandro, desculpe minha ignorância...
vc ñ gostou do título, ou do texto?
fiquei confusa....
de qlq modo, obrigada pela atenção.=)

Alessandro disse...

Carol, só nao gostei da tipologia, do tipo das letras, que visualmente cansam e tornam a leitura dificil. Preocupa nao, continue!
Alê

Desabafando disse...

Ë incrível como me identifico tanto aqui, penso exatamente igual. Me frustra perceber que as relações andam tão vazias e superficiais e tenho procurado me cercar de pessoas especiais, ainda que sejam poucos meus amigos, são pessoas que aprecio. Sim, também falo de amizades pq acho que o seu texto tb vale pra esse contexto além do amoroso.

Vivi Aguiar disse...

"Não é o rótulo que conta (ficar, namorar, casar...etc...), é a verdade da entrega, mesmo que por 24 horas." Vc sempre escreve essas verdades, coisas de gente com alma do bem, transparente que não deve e não teme! rs Precisava ler isso, amiga...Amei!!! Beijossss