domingo, 31 de julho de 2011

História sem moral...


A menina pergunta ao pai: " Papai, porque não posso ser amiga do Huguinho?"  - Pai responde: "Ora minha filha, meninos não podem ser amigos de meninas na sua idade".

Menina: "Porque não papai? Você não é amigo da mamãe?" -  Pai: " Porque eles não sabem e não conseguem ser apenas bons amigos; é diferente de mim e da sua mãe. Nos casamos porque éramos amigos"

(Pausa demorada)

Menina: "não consigo entender... então, se eu não puder ser amiga dos meninos, eu nunca vou me casar?" -  Pai: "Isso mesmo, até que você encontre algum bom menino que consiga ser seu amigo antes de tudo, você não irá se casar"

Menina: "Puxa vida, nenhum menino quer ser meu amigo..." - Pai: "Espera até eles deixarem de ser meninos e virarem homens. Você é uma menina brilhante!"

Menina: "Obrigada papai! Olha, o aniversário do Huguinho é semana que vem, ele faz 31 anos, daí podemos ser amigos né?"
Pai: "Filha, você não prestou atenção em nada da nossa conversa? Eu disse pra você esperar eles virarem homens; ou melhor, esperar muito.... estamos entendidos?!"



foto: http://weheartit.com/entry/12732310

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Do latim, amor!




Ele era tudo que ela não queria naquele momento.
E, desde então não conseguia se lembrar de quem ela era antes de conhecê-lo.
Meses, Dias, e ainda assim carrega em si a dor da morte. A morte de alguém que ainda vive.
O luto de um sentimento.
Seria o amor um mito?

Ela não se pergunta mais se ele ainda se recorda dela. 
Ele parece tão forte á distancia que quase chega a ter o poder de bloquear seus pensamentos. 
Então, acredita-se que as chances de provar que esse nobre sentimento,
não é realmente um mito, só diminui.

ás vezes o amor cura, ás vezes adoece.
Talvez ele exista e talvez não.
Ela acha que já viu de tudo, acha que já sentiu de tudo.
Mas, vai saber?

Vai saber...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sobre Humanos?





Um dia quer se ver, no outro nem sequer ouvir. Percebe-se um enjoo coletivo nas relações, sejam elas de que tipo for; Ou melhor, as do tipo "barato", que não se estabelecem por nada e são completamente superficiais! Quero só ver quando não sobrar ninguém para contar história; ou sobrarem histórias "chinfrins" e pessoas cada vez mais vazias.
Apesar de ainda tropeçar em seres e situações assim, fica claro na minha mente que, é o mundo que vivemos, e, se eu quiser ser quem realmente sou, irei agradar muito pouco. Pois, fui feita com muito amor, sou cheia de intensidade, de verdades cruas e alma nua, de laços feitos e, quando desfeitos, com total lealdade e consideração.  
Cada encontro deve ter seu valor e deveria ser diferente. Se os encontros não estão agregando, inovando, entorpecendo... então é preferível tornar-se indisponível. Todos estão em busca de muito prazer e pouca intenção, e não medir esforços para se saciar está tornando as relações um porre. Cada dia nos tornamos mais parecidos com as mercadorias. Não agradou, troca em 30 dias e fica tudo bem. bem pra quem?
Não é o rótulo que conta (ficar, namorar, casar...etc...), é a verdade da entrega, mesmo que por 24 horas. O que vale mesmo é transparecer o que quer, ter uma sensibilidade e talvez até educação para distinguir quando deve seguir adiante ou estacionar. Esse desleixo de homens e mulheres não passam de estratégias falidas de auto-defesa, que não defende nada. Ninguém quer curtir a vida loucamente, mas, preferem acreditar nisso do que ter que se moldar e agradar uma mesma pessoa por um período, e aceitar seus próprios defeitos. Tá todo mundo mascarado. 
A verdade é que; Não avançar, é recuar.
E de gente assim, temos que querer distância. Porque nem prazer,  desejo e atração tá compensando. Se é pra ser uma mercadoria, que seja um objeto, de fabricação única, que fique guardado numa caixa e na prateleira mais alta da loja, mais distante que existe no mundo.
Quem não vê essências e não as valoriza, Definitivamente não faz o meu tipo.
E se você concorda comigo, também não irá fazer o seu. 
Portanto, Reaja!


sábado, 16 de julho de 2011

Para confundir...






"Aquele que reprime os ímpetos da cólera estará coberto de qualquer perigo.  É conveniente saber sufocar, ou ao menos moderar a cólera, o temor, a tristeza, a alegria, e outras agitações profundas que podem alterar a retidão da alma."*Confúcio





                           


Desculpe Confúcio, eu discordo de você!
Talvez um dia, bem lá na frente, eu acredite que quem vive bem, 
é quem usa máscaras e capas. Mas, hoje? Hoje não.

Não posso crer tão jovem que o camuflado, é  quem é feliz! Quantas pessoas não se apoiam nisso: "conveniente saber", e acabam por transformar suas vidas, num teatro sem fim. Não que os ímpetos sejam sempre bons, muito pelo contrário. A precipitação e a impulsividade excessiva, por exemplo, são ruins. Mas, reprimir já é uma palavra bruta demais para qualquer circunstância que seja.

Aos tantos significados/interpretações de "Cólera",  não há chances de se prevenir do perigo da paixão e de seus derivados. Sejam eles positivos ou negativos. O verdadeiro, é transparente demais para ser convencional, adequado e vantajoso.E, sufocar? moderar? Como posso me livrar de sentimentos tão densos, se não for sincera comigo mesma? e extirpar tudo isso que pesa tanto...

Desculpe Confúcio,Prefiro confiar que a minha alma aguenta o tamanho da minha lucidez, e da minha loucura. Ser conveniente, é ser covarde.Ninguém está imune ao perigo, NINGUÉM! Preciso acreditar que nasci para ser livre e não viver em retidão, na conformidade da razão...

É preciso coragem para deixar de ser conveniente e se tornar verdadeiro.
Te admiro Confúcio, mas só por hoje, não! 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Abre Aspas





Dissertava sobre tudo e sabia quase nada! 
Homens, vamos adquirir um pouco de senso feminino?
Um parágrafo de verdade nessa sua vidinha de faz de conta, 
e você reconquista o meu respeito temporário.