domingo, 1 de março de 2009

Poema da Geladeira

...Quase morri quando levaram minha geladeira!
Até que me lembrei dos meus bens: a coragem, a beleza, a força, a poesia, a esperteza.
Coisas que não se encontram em pontos-frios,coisas que não são substituíveis por um isopor. Então já amanheci pondo coentros nas jarras como flores!

Curei minhas dores sem congelamento.
Me virei por dentro onde tudo é mantido quente, vivo.
Tirei tudo de letra e de ouvido, como quem tira uma música!

* Elisa Lucinda*

Beijos de boa semana pra vcs!

4 comentários:

Júlia M. disse...

Eu tava pensando nesse poema ontem! Adoro Elisa Lucinda. Bjo!

Youko Watanabe disse...

Carol,

Suas palavras no meu blog foram tão fundamentais, obrigada!!
Uma otima semana pra ti, bjo

Monday disse...

ah, categoria é outra coisa ...

tem futuro essa menina ... rsss

O Profeta disse...

És madeira verde
Ou apenas mulher perdida
Testemunha de berço feito de penas
Arca perdida da dor contida

Tudo isto é universo
Em límpida poça de água
Onde as conchas têm a forma de coração
Onde o sal afasta a mágoa

A ti que és minha amiga especial
convido-te a partilhar comigo o “sítio das conchas azuis”




Beijo azul